sábado, 20 de agosto de 2011

Gazela - Vinho Verde - 2010


Sexta-feira a noite, um pouco abafado, umidade relativa do ar meio baixa, resolvi degustar um vinho branco, ja que o prato seria lambari frito, estava esperando um dia como esse para provar o tal vinho verde, que certa vez fui em um supermercado de bairro aqui perto da minha casa e o achei interessante.
Se trata de um vinho chamado Gazela Vinho Verde, safra 2010, casta Loureiro, produzido e engarrafado por Sogrape Vinhos. Preço R$ 22,00.
Apresenta-se em uma garrafa linda de coloração azul clarinho, rolha em perfeito estado, visual um amarelo bem clarinho, poucas bolhas de CO2, límpido. No nariz, aromas de abacaxi e melão, levemente intenso e persistente. Na boca, notas frutadas de abacaxi e limão, doçura equilibrada com uma acidez viva gerando uma refrescância para o clima que estava ontem, pouco intenso e persistente, magro.
Um vinho que com certeza comprarei novamente, fresco, leve, ideal para acompanhar um peixe frito sem muito tempero. Vou experimentar outros Vinhos Verdes e compararei com este.

NOTA: 3,5

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

De Los Man Reservado Merlot - 2006


O que escrever de um vinho quando nada conspira ao seu favor? Díficil...
Mas por que nada conspira?
1- Local totalmente inadequado, luminosidade nem foi o grande problema, o calor que estava onde esse vinho estava para ser vendido não estava fácil, fora que ele nunca conseguiu um repouso, sua posição foi sempre em pé.
2 - Ao abrir o vinho para minha total decepção foi o tipo de rolha, a que eu não gosto, rolha sintética, o liquido estava quase chegando no lacre!
E mesmo assim vocês podem estar se perguntando o por quê de eu ter comprado, a resposta, pura curiosidade misturada com muita teimosia.
Vamos tentar falar alguma coisa desse desastre, cor rubi pendendo para o alaranjado, lagrimas finas escorregadias, límpido, pouco transparente. No nariz eu senti um aroma de azeitona, baunilha, e frutas vermelhas pouco intenso e quase nada persistente. Na boca, quase nada de acidez, taninos e álccol, um leve amargor no final... e para meu próprio riso, achei um aroma de pizza de muçarela no vinho.
Totalmente desequilibrado devido a tudo o que esse vinho "sofreu". Não vou dar nota porque eu gostaria de degustar esse vinho mas "cuidado".

domingo, 14 de agosto de 2011

Família Carro Bordô - 2010


Dia dos pais, churrasco em casa e uma dúvida, qual vinho abrir nesta data? Minha irmã foi para Serra Negra e  me trouxe um vinho fabricado na própria cidade, eis minha escolha para essa data.
Vinho Artesanal da vinícula Família Carro chamado Bordô, nome da cepa que origina o vinho, safra 2010. Uma cepa que eu nunca havia degustado antes.
Garrafa, contendo apenas 1 rótulo, rolha muito bem feita, com referência a vinícula e o local.
No aspecto visual, uma cor vermelho rubi claro e tons violáceos periféricos, algumas particulas em suspensão, transparente, lágrimas grossas e densas. Ofato predomina o aroma de suco de vinho, intenso e persistente, o mesmo acontece na boca, falta de acidez e tâninos, sabor doce, intenso e persistente, corpo médio, pouco álcool.
Um vinho comum sem nenhuma pretensão, seu aroma e sabor de suco de uva doce predomina mascarando qualquer outro aroma ou sabor.

NOTA: 1

sábado, 13 de agosto de 2011

120 Santa Rita Cabernet Sauvignon - 2009



Um vinho que possui um história interessante, conta a história que em uma noite já perdida de 1814, durante à guerra contra a coroa espanhola pela independência chilena, Paula Jaraquemada, então proprietária da Fazenda Santa Rita, deu abrigo e escondeu no subsolo de sua casa, onde ficava adega, 120 soldados chilenos liderados pelo General Bernardo O'Higgins, confrontando os soldados espanhóis e proibindo sua entrada na propriedade.
Vinho desgutado em uma noite de sexta-feira após um dia rotineiro, mas feliz por ser sexta, rs!
Comprado no Carrefour, por 30 reias, é um 100 % Cabernet Sauvignon safra 2009, do Chile - Valle Central. 
Um vinho de cor Rubi bem escura, límpido e brilhante, possui lagrimas médias que descem devagar pelo seu álcool de 13,5%. No nariz apresenta um aroma intenso mas não persistente, aromas de baunilha, frutas vermelhas destacando a amora e a ameixa. Na boca, médio corpo, acidez e tânicidade equilibram-se juntamente com o álcool um pouco quente, sabor intenso e muito persistente, sabores como a baunilha e amora predominam, um vinho que desce macio. Uma boa compra seja para o dia-a-dia ou para uma data especial.

NOTA: 4

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Espero que gostem...

Sou uma pessoa que dedica algumas horas por dia para estudar esse maravilho mundo chamado Vinho, sempre fui um grande apreciador desta maravilhosa bebida. De uns tempos para cá resolvi me dedicar um pouco mais, ler sobre o assunto, experimentar vinhos novos indicados ou não, conversar com profissionais do assunto, etc. Estou longe de ser um profissional, estou começando a ser um amador posso assim dizer, então não esperem uma análise profissional, o que eu farei é descrever o vinho e dizer se eu gostei ou não através de um nota de 0,5 a 5, pois na minha opinião não existe vinho tão fraco que mereça 0.